14 de mai. de 2014

50 frases clássicas de escritores célebres

Abaixo, em ordem de alfabética, as 50 frases escolhidas, sem repetir autores.

“Não vemos as coisas como elas são, mas como nós somos.”
Anaïs Nin

“A moral é a debilidade do cérebro.”
Arthur Rimbaud

“O que realmente deixa um homem lisonjeado é o fato de você o considerar digno de adulação.”
Bernard Shaw

“Há livros escritos para evitar espaços vazios na estante.”
Carlos Drummond de Andrade

“Respirar é uma doença!”
Charles Bukowski

“Engolimos de uma vez a mentira que nos adula e bebemos gota a gota a verdade que nos amarga.”
Denis Diderot

“Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo.”
Eça de Queiróz

“Felicidade em pessoas inteligentes é a coisa mais rara que conheço.”
Ernest Hemingway

“Não me venham com conclusões! A única conclusão é morrer.”
Fernando Pessoa

“A mentira é o único privilégio do homem sobre todos os outros animais.”
Fiódor Dostoiévski

“Ninguém pode ser sábio de estômago vazio.”
George Eliot “Em tempos de embustes universais, dizer a verdade se torna um ato revolucionário.”
George Orwell

“Algo deve mudar para que tudo continue como está.”
Giuseppe Tomasi di Lampedusa

“Tenha cuidado com a tristeza. É um vício.”
Gustave Flaubert

“Não há mentira pior do que uma verdade mal compreendida por aqueles que a ouvem.”
Henry James

“É permissível a cada um de nós morrer pela sua fé, mas não matar por ela.”
Hermann Hesse

“É pecado pensar mal dos outros, mas raramente é engano.”
H. L. Mencken

“É tão absurdo dizer que um homem não pode amar a mesma mulher toda a vida, quanto dizer que um violinista precisa de diversos violinos para tocar a mesma música.”
Honoré de Balzac

“Os criacionistas fazem com que uma teoria pareça uma coisa que se inventou depois de beber a noite inteira.”

Isaac Asimov
“A verdadeira função do homem é viver, não existir.”
Jack London

“A única exigência que faço aos meus leitores é que devem dedicar as suas vidas à leitura das minhas obras.”
James Joyce

“Quem é que quer flores depois de morto?”
J. D. Salinger

“A democracia é um erro estatístico, porque na democracia decide a maioria e a maioria é formada de imbecis.”
Jorge Luis Borges

“Viver é negócio muito perigoso.”
João Guimarães Rosa

“Luz, mais luz.”
Johann Wolfgang von Goethe

“O horror! O horror!”
Joseph Conrad

“Um pouco de desprezo economiza bastante ódio.”
Jules Renard

“Ser valente é muito mais fácil do que ser homem.”
Julio Cortázar

“O ciúme é um latido que atrai cães.”
Karl Kraus

“Humanista é uma pessoa com grande interesse pelos seres humanos. Meu cachorro é humanista.”
Kurt Vonnegut

“Todas as famílias felizes se parecem; cada família infeliz é infeliz à sua maneira.”
Liev Tolstói

“A solidão é a mãe da sabedoria.”
Laurence Sterne

“Estar sozinho é treinarmo-nos para a morte.”
Louis-Ferdinand Céline

“Assim é, se lhe parece”.
Luigi Pirandello

“Para os peixinhos do aquário, quem troca a água é Deus.”
Mario Quintana “Aquele que lê maus livros não leva vantagem sobre aquele que não lê livro nenhum.” Mark Twain

“Não há regra sem exceção.”
Miguel de Cervantes

“Toda mulher gosta de apanhar.”
Nelson Rodrigues

“Quanto mais sublimes forem as verdades mais prudência exige o seu uso; senão, de um dia para o outro, transformam-se em lugares comuns e as pessoas nunca mais acreditam nelas.”
Nikolai Gógol

“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe.”
Oscar Wilde

“Qual é a tarefa mais difícil do mundo? Pensar.”
Ralph Waldo Emerson

“A política talvez seja a única profissão para a qual não se julga necessária uma preparação.”
Robert Louis Stevenson

“Quando uma pessoa sofre um delírio, se chama loucura. Quando muitas pessoas sofrem um delírio, isso se chama religião.”
Robert M. Pirsig

“Não há nenhum pensamento importante que a burrice não saiba usar, ela é móvel para todos os lados e pode vestir todos os trajes da verdade.”
Robert Musil

“Respirei fundo e escutei o velho e orgulhoso som do meu coração. Eu sou, eu sou, eu sou.”
Sylvia Plath

“Nada inspira mais coragem ao medroso do que o medo alheio.”
Umberto Eco

“Nossa existência não é mais que um curto circuito de luz entre duas eternidades de escuridão.”
Vladimir Nabókov

“A gargalhada é o sol que varre o inverno do rosto humano.”
Victor Hugo

“Devemos julgar um homem mais pelas suas perguntas que pelas respostas.”
Voltaire

“A vida é uma história contada por um idiota, cheia de som e de fúria, sem sentido algum.”
William Shakespeare

http://www.revistabula.com/324-50-frases-classicas-de-escritores-celebres/

9 de mai. de 2014

Entretenimento e Literatura

tvbrasil - Publicado em 15/04/2014

6 de mai. de 2014

A nova geração de ficcionistas.

tvbrasil - Publicado em 18/04/2014

2 de mai. de 2014

Internet e novas possibilidade para a Literatura.

 tvbrasil  - Publicado em 16/04/2014



No Entrelivros ao vivo desta segunda-feira, 14, Renana Lessa conversa com os jornalistas André Giusti e Alexandre Marino sobre Internet e novas possibilidade para a Literatura.

26 de abr. de 2014

Sustentabilidade e mudanças o padrão de consumo e cultura

o Entrelivros conversa sobre sustentabilidade e mudanças no padrão de consumo e cultura. No estúdio do programa, montado dentro da Bienal do Livro e da Leitura de Brasília, Renana Lessa conversa com o biólogo e escritor moçambicano Mia Couto e com o escritor e diplomata Samuel Pinheiro Guimarães.

Publicado em 18/04/2014 - tvbrasil

21 de abr. de 2014

A II Bienal Brasil do Livro aconteceu no dia 11 ao dia 21 de abril.



Em abril de 2012, durante dez dias, a I Bienal Brasil do Livro e da Leitura reuniu em Brasília cerca de 200 autores de todos os continentes. Com o tema “O poder transformador do livro e da leitura” o evento homenageou dois dos mais importantes nomes das letras de todo o mundo: o escritor nigeriano Wole Soyinka, prêmio Nobel de Literatura de 1986, e Ziraldo, um dos maiores expoentes de literatura infantil brasileira.

A Bienal Brasil do Livro e da Leitura é um dos maiores eventos literários do país. Uma programação diversificada e inteiramente gratuita atraiu mais de 250 mil visitantes, que participaram de lançamentos de livros, seminários, debates, palestras, encontros, oficinas, exibições de filmes, exposições, homenagens, shows e apresentações teatrais. Para estudantes e professores, a Bienal teve um atrativo especial: livros a preços acessíveis ou com descontos.

A I Bienal foi realizada na Esplanada dos Ministérios da capital do País, cidade patrimônio cultural da humanidade. Em uma área de 16 mil metros quadrados foi montada uma estrutura que abrigou 158 estandes de venda, que disponibilizaram mais de 80 mil títulos e publicações de cerca de 350 editoras. Estima-se que mais de 330 mil livros foram vendidos durante a realização do projeto, em uma movimentação financeira que atingiu mais de 6 milhões de reais.

A II Bienal Brasil do Livro e da Leitura promoverá 10 dias dedicados a seminários, debates, palestras, lançamentos e mostra de cinema. A lista de escritores convidados é pródiga e cobre vários continentes. O uruguaio Eduardo Galeano, autor de obras antológicas como As veias abertas da América Latina e a trilogia Memória do Fogo, será o homenageado internacional do evento. E o grande mestre Ariano Suassuna, considerado por muitos críticos como o maior escritor brasileiro em atividade, receberá as honras como homenageado nacional, trazendo para a Bienal seu pensamento indignado em defesa da cultura brasileira.

http://www.bienalbrasildolivro.com.br/

18 de abr. de 2014

O escritor Gabriel García Márquez


Famoso por "Cem Anos de Solidão", escritor colombiano morreu nesta quinta-feira (17), aos 87 anos.

O escritor Gabriel García Márquez morreu nesta quinta-feira (17), aos 87 anos. Ganhador do Prêmio Nobel de Literatura de 1982, o autor de "Cem Anos de Solidão" foi um dos mais importantes escritores da América Latina e de toda a língua espanhola.


O iG separou 15 frases marcantes do escritor:

1 - "Nenhuma medicina cura o que a felicidade não pode curar."

2 - "O que importa na vida não é o que acontece com você, mas o que você lembra e como você lembra."

3 - "Um escritor famoso que quer continuar escrevendo precisa se defender constantemente da fama."

4 - "Não acredito em Deus, mas tenho medo Dele."

5 - "A pior forma de sentir saudade de alguém é estar sentado ao seu lado e saber que nunca o poderá ter."

6 - "Não há na vida lugar mais triste do que uma cama vazia."

7 - "A sabedoria é algo que quando nos bate à porta já não nos serve para nada"

8 - "O único arrependimento que eu vou ter de morrer é se não for por amor"

9 - "O problema do casamento é que ele acaba toda noite depois de fazer amor, e precisa ser reconstruído toda manhã após o café."

10 - "A mentira é mais confortável do que a dúvida, mais útil do que o amor e mais duradoura do que a verdade."

11 - "Um verdadeiro amigo é alguém que pega a sua mão e toca o seu coração."

12 - " O sexo é o consolo que a gente tem quando o amor não nos alcança."

13 - "Todo ser humano tem três vidas: a pública, a privada e a secreta."


14 - "Não é verdade que as pessoas param de buscar seus sonhos porque envelhecem. Elas envelhecem porquem param de buscar seus sonhos."

15 - "Não chore porque acabou, sorria porque aconteceu."

Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/livros/2014-04-17/veja-15-frases-marcantes-de-garcia-marquez.html


16 de abr. de 2014

Florbela Espanca


Batizada como Flor Bela de Alma da Conceição Espanca, foi uma poetisa portuguesa.

A sua vida, de apenas trinta e seis anos, foi plena, embora tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização, feminilidade e panteísmo.

Florbela Espanca causou grande impressão entre seus pares e entre literatos e público de seu tempo e de tempos posteriores. Além da influência que seus versos tiveram nos versos de tantos outros poetas, são aferidas também algumas homenagens prestadas por outros eminentes poetas à pessoa humana e lírica da poetisa. Manuel da Fonseca, em seu "Para um poema a Florbela" de 1941, cantava "(…)«E Florbela, de negro,/ esguia como quem era,/ seus longos braços abria/ esbanjando braçados cheios/ da grande vida que tinha!»". Também Fernando Pessoa, em um poema datilografado e não datado de nome "À memória de Florbela Espanca", descreve-a como "«alma sonhadora/ Irmã gémea da minha!»".

Bibliografia 
Poesia
1919 Livro de Mágoas. Lisboa: Tipografia Maurício. (eBook)
1923 Livro de Sóror Saudade. Lisboa: Tipografia A Americana.
1931 Charneca em Flor. Coimbra: Livraria Gonçalves.
1931 Juvenília: versos inéditos de Florbela Espanca (com 28 sonetos inéditos). Estudo crítico de Guido Battelli. Coimbra: Livraria Gonçalves.
1934 Sonetos Completos (Livro de Mágoas, Livro de Sóror Saudade, Charneca em Flor, Reliquiae). Coimbra: Livraria Gonçalves.

Prosa
1931 As Máscaras do Destino. Porto: Editora Marânus.
1981 Diário do Último Ano. Prefácio de Natália Correia. Lisboa: Livraria Bertrand.
1982 O Dominó Preto. Prefácio de Y. K. Centeno. Lisboa: Livraria Bertrand.

Coletâneas
1985/86 Obras Completas de Florbela Espanca. 8 vols. Edição de Rui Guedes. Lisboa: Publicações Dom Quixote.
1994 Trocando Olhares. Estudo introdutório, estabelecimento de textos e notas de Maria Lúcia Dal Farra. Lisboa: Imprensa Nacional/ Casa da Moeda.

Epistolografia
1931 Cartas de Florbela Espanca (A Dona Júlia Alves e a Guido Battelli). Coimbra: Livraria Gonçalves.
1949 Cartas de Florbela Espanca. Prefácio de Azinhal Abelho e José Emídio Amaro. Lisboa: Edição dos Autores.
Traduções[editar | editar código-fonte] 1926 Ilha azul, de Georges Thiery. Figueirinhas do Porto.
____ O segredo do marido, de M. Maryan. Biblioteca das Famílias. 1927 O segredo de Solange, de M. Maryan. Biblioteca das Famílias.
____ Dona Quichota, de Georges de Peyrebrune. Biblioteca do Lar.
____ O romance da felicidade, de Jean Rameau Biblioteca do Lar.
____ O castelo dos noivos, de Claude Saint-Jean
____ Dois noivados, de Champol. Biblioteca do Lar.
____ O canto do cuco, de Jean Thiery. Biblioteca do Lar.
1929 Mademoiselle de la Ferté (romance da actualidade) de Pierre Benoit. Série Amarela. 1932 Máxima (romance da actualidade, de A. Palácio Váldes. Coleção de Hoje.) Algumas reedições[editar | editar código-fonte]
ESPANCA, Florbela. Poemas de Florbela Espanca. Edição preparada pó Maria Lúcia Dal Farra. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
____. Sonetos Completos. 7ª ed. Prefácio de José Régio. Coimbra: Livraria Gonçalves, 1946.
____. As Máscaras do Destino. 4ª ed. Prefácio de Agustina Besa Luís. Amadora: Bertrand Editora, 1982.
____. Contos Completos. 2ª ed. Venda Nova: Bertrand Editora, 1995.
____. Obras Completas de Florbela Espanca, Lisboa: Publicações D. Quixote, 1992.
____. Obras Completas – Poesia (1903 - 1917). Coleção Obras Completas de Florbela Espanca. Vol. I. Lisboa: Publicações D. Quixote, 1985.
____. Poesia Completa. Prefácio, organização e notas de Rui Guedes. Coleção Autores de Língua Portuguesa – Poesia. Venda Nova: Bertrand Editora,1994.
____. Sonetos. Prefácio de José Régio. Lisboa: Bertrand Editora, 1982.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Florbela_Espanca