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27 de fev. de 2011
14 de out. de 2010
Ser MULHER
Temos muito do que nos orgulharmos,
muito a refletir e também muito a lamentar. Anos de lutas,
de conquistas, de sofrimento, anos de aprendizado...
Lutamos tanto por liberdade, por igualdade, por dignidade,
para sermos respeitadas como ser humano e,
no entanto, comportamo-nos tolamente.
Apesar de tantas vitórias,
muitas de nós ainda desconheçam
o verdadeiro significado de ser uma mulher.
Em pleno século XXI, continuamos a ser subjugada.
E não por um homem, mas por nós mesmas. Tanto desamor!
Por que nos torturamos assim? Tornamos nosso próprio algoz.
Infeliz da mulher que constrói castelo de cartas.
Baseia toda sua vida numa ilusão.
Ah, Mulher!
Como pode contentar-se em ser amante de um homem
quando devia ser a SENHORA?
Se contenta em ser escrava, um mero objeto...
Por que se utilizar dos dotes físicos para conseguir vantagens
quando já é dona de um fabuloso tesouro?
Por que se comportar de forma tão leviana?
Rastejar como um animal peçonhento
quando devia portar-se como uma deusa.
Confunde liberdade com promiscuidade.
Por que nos portar de forma tão indigna se somos tão especiais?
Como pode negar sua essência divina?
Insensatas sois!
Semeias tempestade e colherás sofrimento.
Aparentamos ser tão frágeis e somos tão fortes!
Mais fortes que imaginamos. Uma verdadeira fortaleza.
Somos capazes de amar incondicionalmente.
De ir à lua, de até conquistar o mundo com sutileza e graciosidade.
Mas infelizmente, muitas de nós são incapazes
de respeitar a si próprias, de amar-se, de se aceitar.
Querem ser respeitadas, mas não se respeitam.
Querem ser amadas, mas não se amam.
Muitas, ao menos, têm noção da dimensão
do que é ser uma mulher.
Deixam acorrentar-se por uma ditadura insana. Absurda. Cruel.
Tornaram-se escravas da beleza. Estar sempre bela
a qualquer custo, mesmo que o preço seja a própria vida.
Passam por cima de si mesmas e para quê?
A beleza nunca foi tão exaltada. Cada vez mais,
pessoas estão se atirando numa busca insensata e insana
atrás da eterna juventude, da uma beleza irreal.
Homens, mulheres e até crianças!
A constante insatisfação com a aparência física
é um forte sinal de baixa auto-estima.
Esse parece ser o mal do século.
Não há nada de errado em querer ser bela,
em cuidar da aparência. O mal está no exagero.
Num padrão de beleza tão rígido que poucas conseguem alcançar. Muitas procuram o caminho mais fácil.
Para que “perder” horas dentro de uma academia
quando é possível conseguir um resultado imediato
com uma plástica.
A cirurgia plástica tornou-se algo banal.
Parecem esquecer que uma cirurgia é sempre uma cirurgia,
contém riscos e pode levar à morte.
Mulheres morrem ou são mutiladas todas as semanas.
Atiraram-se em dietas malucas, algumas chegam
ao cúmulo de parar de comer.
Tudo para ter o “corpo perfeito”.
Já somos naturalmente bela sem artifícios.
Ao invés de nos preocuparmos tanto com nossa aparência exterior,
devíamos alimentar o nosso mundo interior. Enriquecê-lo.
Somos mais do que um corpo. Somos mulheres.
Nossas avós foram mais sábias.
Devíamos aprender com elas a arte de ser mulher.
Somos belas em todas as idades.
Devemos envelhecer com dignidade.
A beleza física é a primeira a nos abandonar.
O que realmente permanece é a beleza genuína, nossa essência.
Podemos ter uma vida plena, saudável em qualquer idade,
rica em experiências... quando envelhecemos com sabedoria.
Alguma vez já se perguntou “O que é ser uma mulher?”
“Qual é a real dimensão disso?”
Joana D’Arc, apesar da pouca idade,
foi uma mulher de verdade. Ela morreu
pelo que acreditava. Foi eternizada por aquilo que era,
por suas atitudes, por sua coragem e não
por algum atributo físico.
Poderia citar inúmeras mulheres ao longo da história.
Grandes mulheres.
Então por que não seguirmos o exemplo de alguma delas?
Devemos honrá-las, assim como nos orgulhar de ser mulher.
Lembre-se podemos ser o que quisermos.
A vida a tratará exatamente com você se trata.
Porte-se de forma medíocre e será assim tratada.
Valorize-se e será valorizada.
Repito, não somos apenas um corpo.
Reflita um pouco e se pergunte:
Que tipo de mulher, eu sou? Estou sendo autêntica?
Honesta comigo, com meus ideais, com meus sentimentos?
Ou deixei-me corromper pelas pessoas, pelos acontecimentos,
pela sociedade. Orgulho-me de quem sou?
Sou uma mulher de verdade ou apenas
um rascunho inacabado de mim?
Sou digna de ser chamada MULHER?
muito a refletir e também muito a lamentar. Anos de lutas,
de conquistas, de sofrimento, anos de aprendizado...
Lutamos tanto por liberdade, por igualdade, por dignidade,
para sermos respeitadas como ser humano e,
no entanto, comportamo-nos tolamente.
Apesar de tantas vitórias,
muitas de nós ainda desconheçam
o verdadeiro significado de ser uma mulher.
Em pleno século XXI, continuamos a ser subjugada.
E não por um homem, mas por nós mesmas. Tanto desamor!
Por que nos torturamos assim? Tornamos nosso próprio algoz.
Infeliz da mulher que constrói castelo de cartas.
Baseia toda sua vida numa ilusão.
Ah, Mulher!
Como pode contentar-se em ser amante de um homem
quando devia ser a SENHORA?
Se contenta em ser escrava, um mero objeto...
Por que se utilizar dos dotes físicos para conseguir vantagens
quando já é dona de um fabuloso tesouro?
Por que se comportar de forma tão leviana?
Rastejar como um animal peçonhento
quando devia portar-se como uma deusa.
Confunde liberdade com promiscuidade.
Por que nos portar de forma tão indigna se somos tão especiais?
Como pode negar sua essência divina?
Insensatas sois!
Semeias tempestade e colherás sofrimento.
Aparentamos ser tão frágeis e somos tão fortes!
Mais fortes que imaginamos. Uma verdadeira fortaleza.
Somos capazes de amar incondicionalmente.
De ir à lua, de até conquistar o mundo com sutileza e graciosidade.
Mas infelizmente, muitas de nós são incapazes
de respeitar a si próprias, de amar-se, de se aceitar.
Querem ser respeitadas, mas não se respeitam.
Querem ser amadas, mas não se amam.
Muitas, ao menos, têm noção da dimensão
do que é ser uma mulher.
Deixam acorrentar-se por uma ditadura insana. Absurda. Cruel.
Tornaram-se escravas da beleza. Estar sempre bela
a qualquer custo, mesmo que o preço seja a própria vida.
Passam por cima de si mesmas e para quê?
A beleza nunca foi tão exaltada. Cada vez mais,
pessoas estão se atirando numa busca insensata e insana
atrás da eterna juventude, da uma beleza irreal.
Homens, mulheres e até crianças!
A constante insatisfação com a aparência física
é um forte sinal de baixa auto-estima.
Esse parece ser o mal do século.
Não há nada de errado em querer ser bela,
em cuidar da aparência. O mal está no exagero.
Num padrão de beleza tão rígido que poucas conseguem alcançar. Muitas procuram o caminho mais fácil.
Para que “perder” horas dentro de uma academia
quando é possível conseguir um resultado imediato
com uma plástica.
A cirurgia plástica tornou-se algo banal.
Parecem esquecer que uma cirurgia é sempre uma cirurgia,
contém riscos e pode levar à morte.
Mulheres morrem ou são mutiladas todas as semanas.
Atiraram-se em dietas malucas, algumas chegam
ao cúmulo de parar de comer.
Tudo para ter o “corpo perfeito”.
Já somos naturalmente bela sem artifícios.
Ao invés de nos preocuparmos tanto com nossa aparência exterior,
devíamos alimentar o nosso mundo interior. Enriquecê-lo.
Somos mais do que um corpo. Somos mulheres.
Nossas avós foram mais sábias.
Devíamos aprender com elas a arte de ser mulher.
Somos belas em todas as idades.
Devemos envelhecer com dignidade.
A beleza física é a primeira a nos abandonar.
O que realmente permanece é a beleza genuína, nossa essência.
Podemos ter uma vida plena, saudável em qualquer idade,
rica em experiências... quando envelhecemos com sabedoria.
Alguma vez já se perguntou “O que é ser uma mulher?”
“Qual é a real dimensão disso?”
Joana D’Arc, apesar da pouca idade,
foi uma mulher de verdade. Ela morreu
pelo que acreditava. Foi eternizada por aquilo que era,
por suas atitudes, por sua coragem e não
por algum atributo físico.
Poderia citar inúmeras mulheres ao longo da história.
Grandes mulheres.
Então por que não seguirmos o exemplo de alguma delas?
Devemos honrá-las, assim como nos orgulhar de ser mulher.
Lembre-se podemos ser o que quisermos.
A vida a tratará exatamente com você se trata.
Porte-se de forma medíocre e será assim tratada.
Valorize-se e será valorizada.
Repito, não somos apenas um corpo.
Reflita um pouco e se pergunte:
Que tipo de mulher, eu sou? Estou sendo autêntica?
Honesta comigo, com meus ideais, com meus sentimentos?
Ou deixei-me corromper pelas pessoas, pelos acontecimentos,
pela sociedade. Orgulho-me de quem sou?
Sou uma mulher de verdade ou apenas
um rascunho inacabado de mim?
Sou digna de ser chamada MULHER?
14 de jun. de 2010
Bella Vita

A vida pode ser uma experiência magnífica, inesquecível, incomum...
Sábio ser. A vida ensina. A vida é grandiosa em si.
Durante uma aula de defesa pessoal, ouvi um amigo dizer:
“A vida é o bem mais valioso.”
Havia convicção em suas palavras.Imediatamente me veio a mente:
“Uma verdade relativa.
Há certas coisas que valem a pena dar à vida.”
Não que a vida não seja preciosa. Ela é.
Embora seja tão banalizada hoje em dia.
Mas acredito que haja ocasiões, ideais,
pelos quais se deva dar à vida. São raros, admito!
Talvez eu seja uma idealista em achar que ainda hoje
haja causas nobres, pessoas...
Inúmeras vezes perdi a fé na raça humana.
A vida, no entanto, colocou, em meu caminho,
pessoas que reacenderam a chama.
Talvez parte da humanidade tenha se perdido, se corrompido...
esteja desorientada...
Mas ainda existem pessoas com as quais valem a pena conviver.
São especiais, únicas, uma vez que restauraram
minha fé na raça humana.
Já assisti, presenciei coisas de mais!
As pessoas parecem ter perdido o senso ético das coisas.
Deixaram de ser nobres.
Qualidades tornaram-se defeitos. Defeitos passaram a ser qualidades.
Nada mais importa a não ser o TER.
Nem mesmo a vida.
A família, sagrada instituição, está em crise.
Os novos valores da sociedade passaram a ser:
beleza, dinheiro, fama, poder.
Estou nadando contra a correnteza ao preservar
meus valores, meus princípios.
Sei que não sou a única, mas às vezes me vejo sozinha.
Sozinha não quer dizer solitária.
Tenho um universo inteiro contigo em mim.
Aprendi desde pequena a me virar sozinha.
Não sou santa, tenho garras bem afiadas.
Descendo de uma estirpe de guerreiros.
Vim parar desta cidade por força das circunstâncias.
Venho do norte, de uma terra gélida e bela, de heróis e desbravadores. Homens e mulheres fortes.
Sou uma Valquíria.
Tenho muito orgulho da minha história, da minha origem.
Devemos preservar nossa história, honrar nossos ancestrais
para que não cometermos os mesmos erros que eles,
para que sejamos pessoas melhores,
para que conhecimento milenar tão importante
não caía no esquecimento.
Precisamos conhecer a fundo nossa história, nossa origem.
Mergulhar em nosso interior.
Confesso que o universo feminino é uma das minhas paixões.
Encontrei mais força numa mulher do que em muitos homens.
A mulher em si é um ser sublime.
A beleza feminina não está apenas e unicamente no fato
de sermos fonte de vida.
Pena que muitas de nós não consigam enxergar a real dimensão
do que é ser uma mulher.
Nossa história foi esquecida!
As mulheres que nos tornaram o que somos hoje também.
Tanta luta por nada!
Algumas de nós se rebaixam por tão pouco! Por nada!
Vivem uma personagem porque se negam a olhar para si,
seu verdadeiro eu.
Imprudentes!
Não sou feminista, embora simpatize com certas ideias.
Defendo o movimento feminino, o verdadeiro movimento feminino.
As pessoas estão cada vez mais solitárias, carentes...
Por mais que estejam acompanhadas, se sentem sozinhas. Vazias.
A explicação a este mal é apenas uma. Elas não têm a si mesmas.
Se iludem em achar que coisas e pessoas preencherão
seu vazio interior.
Este vazio só pode ser preenchido por elas.
Não importa se tenham uma multidão a sua volta,
continuarão se sentindo as pessoas mais solitárias do planeta.
As pessoas vem e vão de nossas vidas,
mas nós, permanecemos conosco 24 hs, durante toda a vida.
Somos nosso melhor amigo ou pior inimigo.
Certas pessoas, infelizmente carregam dentro de si,
um buraco negro.
Não se aceitam, não se amam, não se respeitam.
Então de que forma, aceitarão, amarão, respeitarão
o mundo à sua volta?
Vivemos numa sociedade falida.
Onde todos aparecem querer ser outras pessoas, menos elas próprias.
Podemos enganar o mundo, mas ninguém engana a si
ou foge de sua essência. Negá-la é suicídio.
Estamos sempre tentando parecer o que não somos.
Insultamos a inteligência do criador.
Somos únicos no universo e insistimos em ser “comuns”.
Tudo o que espero de um amigo é que seja autêntico.
Não fragmento de si mesmo.
Talvez você nem acredite na existência de uma força cósmica
que tenha criado todo o universo.
Talvez acredite realmente que seja o centro do mundo.
Olhe em volta pelo menos uma vez e veja o que ajudou a criar.
Todos nós somos responsáveis direta ou indiretamente pelo mundo como ele se encontra hoje.
Estes novos valores estão levando-nos ao caos.
A sociedade está gravemente doente.
Não sou juíza de nada e não tenho pretensão de sê-lo.
Sou apenas uma observadora.
Aprendi com a vida que sempre existem dois lados da mesma verdade.Nenhuma verdade é absoluta, plena.
A raça humana é uma piada, uma completa farsa.
Estamos nos matando a cada dia.
Quanto tempo mais levará até que os seres humanos
sejam extintos da face da Terra?
Seremos os responsáveis, os únicos responsáveis
pela nossa própria destruição. Não é irônico?
Somos os únicos seres capazes de destruir tudo o que tocamos.
Isso me faz lembrar a estória do beija-flor
que tentava apagar sozinho o incêndio da floresta,
enquanto os outros animais tentavam fugir, salvar a própria pele.
Para onde fugiremos quando não houver um planeta?
Este problema afeta a todos nós diretamente.
Mesmo assim muitos se comportam
como se nada estivesse acontecendo.
Não devia ser a hora em que toda a humanidade devia se unir?
Deixar as diferenças em prol de um bem maior?
Todos esperam que autoridades, governos, organizações
decidam seu destino. Isto é ridículo!
Temos uma espada em cima de nossas cabeças
e nos comportamos como ovelhas.
E antes que me pergunte o que pode fazer,
minha resposta é apenas uma.
MUITO.
Sempre há o que fazer por menos condições ou recursos que se tenha.
Estamos sempre colocando nossa vida,nossa felicidade
nas mãos de outrem como se fôssemos incapazes
de gerir nossa própria vida.
A verdade é que não queremos assumir responsabilidades.
Estamos sempre culpando os outros ou Deus pela nossa inércia.
Pelo que sei, Ele nos deu o livre-arbítrio, não foi?
Olhe em volta.
Estamos transformando nossa existência num caos completo.
Preferimos permanecer com a cabeça enterrada
na areia como avestruzes ou continuar em nosso mundinho restrito.
Enquanto isso, o planeta agoniza esperando as decisões dos “poderosos”.
Embora haja entre eles, pessoas sensatas, bem-intencionadas,
conscientes, realmente preocupadas com o bem comum,
sabemos que existem muitos interesses obscuros envolvidos.
São esses interesses que prevaleceram.
O capitalismo falará mais alto. Nossa estupidez é gigantesca!
Milhares de vidas precisarão ainda ser sacrificadas.
Pouco importa que a metade da raça humana seja aniquilada.
Só tomarão uma atitude sensata quando for tarde de mais.
Não há o que discutir! O bem maior devia prevalecer.
Não importa quantos bilhões, trilhões de dólares
ou euros se perderão.
A vida, devia ser o bem mais precioso.
Sábio ser. A vida ensina. A vida é grandiosa em si.
Durante uma aula de defesa pessoal, ouvi um amigo dizer:
“A vida é o bem mais valioso.”
Havia convicção em suas palavras.Imediatamente me veio a mente:
“Uma verdade relativa.
Há certas coisas que valem a pena dar à vida.”
Não que a vida não seja preciosa. Ela é.
Embora seja tão banalizada hoje em dia.
Mas acredito que haja ocasiões, ideais,
pelos quais se deva dar à vida. São raros, admito!
Talvez eu seja uma idealista em achar que ainda hoje
haja causas nobres, pessoas...
Inúmeras vezes perdi a fé na raça humana.
A vida, no entanto, colocou, em meu caminho,
pessoas que reacenderam a chama.
Talvez parte da humanidade tenha se perdido, se corrompido...
esteja desorientada...
Mas ainda existem pessoas com as quais valem a pena conviver.
São especiais, únicas, uma vez que restauraram
minha fé na raça humana.
Já assisti, presenciei coisas de mais!
As pessoas parecem ter perdido o senso ético das coisas.
Deixaram de ser nobres.
Qualidades tornaram-se defeitos. Defeitos passaram a ser qualidades.
Nada mais importa a não ser o TER.
Nem mesmo a vida.
A família, sagrada instituição, está em crise.
Os novos valores da sociedade passaram a ser:
beleza, dinheiro, fama, poder.
Estou nadando contra a correnteza ao preservar
meus valores, meus princípios.
Sei que não sou a única, mas às vezes me vejo sozinha.
Sozinha não quer dizer solitária.
Tenho um universo inteiro contigo em mim.
Aprendi desde pequena a me virar sozinha.
Não sou santa, tenho garras bem afiadas.
Descendo de uma estirpe de guerreiros.
Vim parar desta cidade por força das circunstâncias.
Venho do norte, de uma terra gélida e bela, de heróis e desbravadores. Homens e mulheres fortes.
Sou uma Valquíria.
Tenho muito orgulho da minha história, da minha origem.
Devemos preservar nossa história, honrar nossos ancestrais
para que não cometermos os mesmos erros que eles,
para que sejamos pessoas melhores,
para que conhecimento milenar tão importante
não caía no esquecimento.
Precisamos conhecer a fundo nossa história, nossa origem.
Mergulhar em nosso interior.
Confesso que o universo feminino é uma das minhas paixões.
Encontrei mais força numa mulher do que em muitos homens.
A mulher em si é um ser sublime.
A beleza feminina não está apenas e unicamente no fato
de sermos fonte de vida.
Pena que muitas de nós não consigam enxergar a real dimensão
do que é ser uma mulher.
Nossa história foi esquecida!
As mulheres que nos tornaram o que somos hoje também.
Tanta luta por nada!
Algumas de nós se rebaixam por tão pouco! Por nada!
Vivem uma personagem porque se negam a olhar para si,
seu verdadeiro eu.
Imprudentes!
Não sou feminista, embora simpatize com certas ideias.
Defendo o movimento feminino, o verdadeiro movimento feminino.
As pessoas estão cada vez mais solitárias, carentes...
Por mais que estejam acompanhadas, se sentem sozinhas. Vazias.
A explicação a este mal é apenas uma. Elas não têm a si mesmas.
Se iludem em achar que coisas e pessoas preencherão
seu vazio interior.
Este vazio só pode ser preenchido por elas.
Não importa se tenham uma multidão a sua volta,
continuarão se sentindo as pessoas mais solitárias do planeta.
As pessoas vem e vão de nossas vidas,
mas nós, permanecemos conosco 24 hs, durante toda a vida.
Somos nosso melhor amigo ou pior inimigo.
Certas pessoas, infelizmente carregam dentro de si,
um buraco negro.
Não se aceitam, não se amam, não se respeitam.
Então de que forma, aceitarão, amarão, respeitarão
o mundo à sua volta?
Vivemos numa sociedade falida.
Onde todos aparecem querer ser outras pessoas, menos elas próprias.
Podemos enganar o mundo, mas ninguém engana a si
ou foge de sua essência. Negá-la é suicídio.
Estamos sempre tentando parecer o que não somos.
Insultamos a inteligência do criador.
Somos únicos no universo e insistimos em ser “comuns”.
Tudo o que espero de um amigo é que seja autêntico.
Não fragmento de si mesmo.
Talvez você nem acredite na existência de uma força cósmica
que tenha criado todo o universo.
Talvez acredite realmente que seja o centro do mundo.
Olhe em volta pelo menos uma vez e veja o que ajudou a criar.
Todos nós somos responsáveis direta ou indiretamente pelo mundo como ele se encontra hoje.
Estes novos valores estão levando-nos ao caos.
A sociedade está gravemente doente.
Não sou juíza de nada e não tenho pretensão de sê-lo.
Sou apenas uma observadora.
Aprendi com a vida que sempre existem dois lados da mesma verdade.Nenhuma verdade é absoluta, plena.
A raça humana é uma piada, uma completa farsa.
Estamos nos matando a cada dia.
Quanto tempo mais levará até que os seres humanos
sejam extintos da face da Terra?
Seremos os responsáveis, os únicos responsáveis
pela nossa própria destruição. Não é irônico?
Somos os únicos seres capazes de destruir tudo o que tocamos.
Isso me faz lembrar a estória do beija-flor
que tentava apagar sozinho o incêndio da floresta,
enquanto os outros animais tentavam fugir, salvar a própria pele.
Para onde fugiremos quando não houver um planeta?
Este problema afeta a todos nós diretamente.
Mesmo assim muitos se comportam
como se nada estivesse acontecendo.
Não devia ser a hora em que toda a humanidade devia se unir?
Deixar as diferenças em prol de um bem maior?
Todos esperam que autoridades, governos, organizações
decidam seu destino. Isto é ridículo!
Temos uma espada em cima de nossas cabeças
e nos comportamos como ovelhas.
E antes que me pergunte o que pode fazer,
minha resposta é apenas uma.
MUITO.
Sempre há o que fazer por menos condições ou recursos que se tenha.
Estamos sempre colocando nossa vida,nossa felicidade
nas mãos de outrem como se fôssemos incapazes
de gerir nossa própria vida.
A verdade é que não queremos assumir responsabilidades.
Estamos sempre culpando os outros ou Deus pela nossa inércia.
Pelo que sei, Ele nos deu o livre-arbítrio, não foi?
Olhe em volta.
Estamos transformando nossa existência num caos completo.
Preferimos permanecer com a cabeça enterrada
na areia como avestruzes ou continuar em nosso mundinho restrito.
Enquanto isso, o planeta agoniza esperando as decisões dos “poderosos”.
Embora haja entre eles, pessoas sensatas, bem-intencionadas,
conscientes, realmente preocupadas com o bem comum,
sabemos que existem muitos interesses obscuros envolvidos.
São esses interesses que prevaleceram.
O capitalismo falará mais alto. Nossa estupidez é gigantesca!
Milhares de vidas precisarão ainda ser sacrificadas.
Pouco importa que a metade da raça humana seja aniquilada.
Só tomarão uma atitude sensata quando for tarde de mais.
Não há o que discutir! O bem maior devia prevalecer.
Não importa quantos bilhões, trilhões de dólares
ou euros se perderão.
A vida, devia ser o bem mais precioso.
2 de jan. de 2010
Não tente entender a alma de uma mulher...
Não tente entender a alma de uma mulher sem antes amá-la.
Somente quem ama uma mulher em sua essência
pode compreender o que lhe passa na alma.
Não estou me referindo ao amor carnal,
este tudo o que enxerga é a aparência, o exterior.
Para se entender uma mulher, precisa enxergá-la.
Ir bem fundo, impregnar-se,
desvendar todas as camadas até atingir-lhe a alma,
o que nela está oculta.
Poucos homens sabem amar uma mulher.
Poucos serão capazes de penetrar-lhe na alma.
Passarão a vida sem entendê-la.
Sua namorada, esposa, companheira, amiga, mãe, irmã
nada mais são do que completas estranhas.
Muitas mulheres também são incapazes
de conhecer a alma feminina.
São estranhas de si.
Ao menos são capazes de se amarem, se respeitarem.
Estão perdidas num mundo irreal,
presas a aparências, escondidas de si mesmas.
E passaram pela vida sem se conhecerem realmente.
Se deixando corromper, usar-se como mero objeto,
seduzir-se, enganar-se por uma fantasia.
Numa fuga alucinante e insensata.
Poucas se dão conta disso.
Esqueceram o que é ser uma mulher, em sua plenitude;
o que isso significa.
Se afastando cada vez mais de sua essência,
tornando-se vazia, oca.
Apenas um corpo sem alma.
A perfeita negação do ser.
Profanando o sagrado.
Outras desconhecem completamente tal significado.
As mulheres que deviam transmitir-lhes tais conceitos
falharam na missão por ignorância ou
simplesmente por negarem tal conhecimento.
Se deixaram corromper por falsas promessas,
por atitudes impensadas
afastando-se de sua essência.
Valores errôneos foram passados a estas meninas
como se fossem legítimos, genuínos.
E cada vez mais a essência feminina e sagrada é enterrada,
jogada num abismo sem fundo.
Outras, apesar das adversidades,
carregam tal sabedoria enraizado em si.
Estas ouvem a voz da alma que as orienta e
as aproxima de si mesmas.
São a esperança de que tal conhecimento
não se perderá no espaço nem no tempo.
São sacerdotisas,
guardiãs do conhecimento milenar
encarregadas de manter o equilíbrio cósmico.
São mulheres únicas, especiais, inteiras.
Ser mulher não está na aparência,
ter roupas da moda, um corpo sarado,
ser desejada, ter status, gerar filhos,
“conseguir” um bom casamento,
ser amada ou ser bem-sucedida na carreira.
Várias mulheres têm tudo isso
e se sentem vazias, infelizes.
As mulheres, antes sufocadas, reprimidas,
tornaram-se mulheres independentes,
donas de seus desejos e vontades.
Lutamos tanto por igualdade,
mas esquecemos de preservar
valores básicos à nossa natureza.
Não somos superiores aos homens, nem inferiores.
Somos diferentes.
E devemos preservar estas diferenças.
Tais diferenças é que nos tornam especiais, únicas.
Sei que poucos entenderão o teor das minhas palavras.
E isso é até natural no mundo em que vivemos,
onde valores primordiais foram esquecidos,
negados, rejeitados, distorcidos.
Tudo passou a ser muito normal, corriqueiro.
Tudo o que importa é o TER,
o status, a beleza fugaz.
Não importa o preço que se paga por isso.
O SER perdeu sua importância.
Não é à toa que vivemos num caos.
Estamos colhendo apenas o que plantamos,
por desprezar princípios básicos à vida.
É o preço que temos que pagar
por nossa falta de responsabilidade
diante à vida e ao planeta.
Por acaso nos tornamos deuses?
Esquecemos, ou melhor, preferimos ignorar que
para ter liberdade é necessário ter,
antes, responsabilidade.
Somos tão arrogantes
que desafiamos às leis do universo.
Pobres mortais!
Não passamos de poeira cósmica neste vasto universo.
Seríamos aniquilados uma fração de segundos.
Somente quem ama uma mulher em sua essência
pode compreender o que lhe passa na alma.
Não estou me referindo ao amor carnal,
este tudo o que enxerga é a aparência, o exterior.
Para se entender uma mulher, precisa enxergá-la.
Ir bem fundo, impregnar-se,
desvendar todas as camadas até atingir-lhe a alma,
o que nela está oculta.
Poucos homens sabem amar uma mulher.
Poucos serão capazes de penetrar-lhe na alma.
Passarão a vida sem entendê-la.
Sua namorada, esposa, companheira, amiga, mãe, irmã
nada mais são do que completas estranhas.
Muitas mulheres também são incapazes
de conhecer a alma feminina.
São estranhas de si.
Ao menos são capazes de se amarem, se respeitarem.
Estão perdidas num mundo irreal,
presas a aparências, escondidas de si mesmas.
E passaram pela vida sem se conhecerem realmente.
Se deixando corromper, usar-se como mero objeto,
seduzir-se, enganar-se por uma fantasia.
Numa fuga alucinante e insensata.
Poucas se dão conta disso.
Esqueceram o que é ser uma mulher, em sua plenitude;
o que isso significa.
Se afastando cada vez mais de sua essência,
tornando-se vazia, oca.
Apenas um corpo sem alma.
A perfeita negação do ser.
Profanando o sagrado.
Outras desconhecem completamente tal significado.
As mulheres que deviam transmitir-lhes tais conceitos
falharam na missão por ignorância ou
simplesmente por negarem tal conhecimento.
Se deixaram corromper por falsas promessas,
por atitudes impensadas
afastando-se de sua essência.
Valores errôneos foram passados a estas meninas
como se fossem legítimos, genuínos.
E cada vez mais a essência feminina e sagrada é enterrada,
jogada num abismo sem fundo.
Outras, apesar das adversidades,
carregam tal sabedoria enraizado em si.
Estas ouvem a voz da alma que as orienta e
as aproxima de si mesmas.
São a esperança de que tal conhecimento
não se perderá no espaço nem no tempo.
São sacerdotisas,
guardiãs do conhecimento milenar
encarregadas de manter o equilíbrio cósmico.
São mulheres únicas, especiais, inteiras.
Ser mulher não está na aparência,
ter roupas da moda, um corpo sarado,
ser desejada, ter status, gerar filhos,
“conseguir” um bom casamento,
ser amada ou ser bem-sucedida na carreira.
Várias mulheres têm tudo isso
e se sentem vazias, infelizes.
As mulheres, antes sufocadas, reprimidas,
tornaram-se mulheres independentes,
donas de seus desejos e vontades.
Lutamos tanto por igualdade,
mas esquecemos de preservar
valores básicos à nossa natureza.
Não somos superiores aos homens, nem inferiores.
Somos diferentes.
E devemos preservar estas diferenças.
Tais diferenças é que nos tornam especiais, únicas.
Sei que poucos entenderão o teor das minhas palavras.
E isso é até natural no mundo em que vivemos,
onde valores primordiais foram esquecidos,
negados, rejeitados, distorcidos.
Tudo passou a ser muito normal, corriqueiro.
Tudo o que importa é o TER,
o status, a beleza fugaz.
Não importa o preço que se paga por isso.
O SER perdeu sua importância.
Não é à toa que vivemos num caos.
Estamos colhendo apenas o que plantamos,
por desprezar princípios básicos à vida.
É o preço que temos que pagar
por nossa falta de responsabilidade
diante à vida e ao planeta.
Por acaso nos tornamos deuses?
Esquecemos, ou melhor, preferimos ignorar que
para ter liberdade é necessário ter,
antes, responsabilidade.
Somos tão arrogantes
que desafiamos às leis do universo.
Pobres mortais!
Não passamos de poeira cósmica neste vasto universo.
Seríamos aniquilados uma fração de segundos.