10 de fev. de 2015

29 de jul. de 2014

100 melhores livros de todos os tempos


  1. Guerra e Paz, Liev Tolstói, 1869
  2. 1984, George Orwell, 1949
  3. Ulisses, James Joyce, 1922
  4. Lolita, Vladímir Nabókov, 1955
  5. O Som e a Fúria, William Faulkner, 1929
  6. O Homem Invisível, Ralph Ellison, 1952
  7. Rumo ao Farol, Virginia Woolf, 1927
  8. Ilíada e Odisseia, Homero, século VIII a.c.
  9. Orgulho e Preconceito, Jane Austen, 1813
  10. A Divina Comédia, Dante Alighieri, 1321
  11. Os Contos de Cantuária, Geoffrey Chaucer, século XV
  12. As Viagens de Gulliver, Jonathan Swift, 1726
  13. A Vida Era Assim em Middlemarch, George Eliot, 1874
  14. Quando Tudo se Desmorona, Chinua Achebe, 1958
  15. O Apanhador no Campo de Centeio, J. D. Salinger, 1951
  16. E Tudo o Vento Levou, Margaret Mitchell, 1936
  17. Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez, 1967
  18. O Grande Gatsby, Scott Fitzgerald, 1925
  19. Catch 22, Joseph Heller, 1961
  20. A Amada, Toni Morrison, 1987
  21. As Vinhas da Ira, John Steinbeck, 1939
  22. Os Filhos da Meia-Noite, Salman Rushdie, 1981
  23. Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley, 1932
  24. Mrs. Dalloway, Virgínia Woolf, 1925
  25. O Filho Nativo, Richard Wright, 1940
  26. Da Democracia na América, Alexis de Tocqueville, 1835
  27. A Origem das Espécies, Charles Darwin, 1859
  28. Histórias, Heródoto, 440 a.c.
  29. O Contrato Social, Jean-Jacques Rosseau, 1762
  30. O Capital, Karl Marx, 1867
  31. O Príncipe, Nicolau Maquiavel, 1532
  32. Confissões, Santo Agostinho, século IV
  33. Leviatã, Thomas Hobbes, 1651
  34. História da Guerra do Peloponeso, Tucídides, 431 a.c.
  35. O Senhor dos Anéis, J.R.R. Tolkien, 1954
  36. Winnie The Pooh, A. A. Milne, 1926
  37. O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, C. S. Lewis, 1950
  38. Passagem para a Índia, E. M. Forster, 1924
  39. On the Road, Jack Kerouac, 1957
  40. Por Favor Não Matem a Cotovia, Harper Lee, 1960
  41. A Bíblia Sagrada
  42. Laranja Mecânica, Anthony Burgess, 1962
  43. Luz em Agosto, William Faulkner, 1932
  44. As Almas da Gente Negra, W. E. B. Du Bois, 1903
  45. Vasto Mar de Sargaços, Jean Rhys, 1966
  46. Madame Bovary, Gustave Flaubert, 1857
  47. O Paraíso Perdido, John Milton, 1667
  48. Anna Kariênina, Liev Tolstói, 1877
  49. Hamlet, William Shakespeare, 1603
  50. Rei Lear, William Shakespeare, 1608
  51. Otelo, William Shakespeare, 1622
  52. Sonetos, William Shakespeare, 1609
  53. Folhas de Relva, Walt Whitman, 1855
  54. As Aventuras de Huckleberry Finn, Mark Twain, 1885
  55. Kim, Rudyard Kipling, 1901
  56. Frankenstein, Mary Shelley, 1818
  57. Song of Solomon, Toni Morrison, 1977
  58. Voando Sobre um Ninho de Cucos, Ken Kesey, 1962
  59. Por Quem os Sinos Dobram, Ernest Hemingway, 1940
  60. Matadouro 5, Kurt Vonnegut, 1969
  61. Animal Farm, George Orwell, 1945
  62. O Deus das Moscas, William Golding, 1954
  63. A Sangue Frio, Truman Capote, 1965
  64. O Caderno Dourado, Doris Lessing, 1962
  65. Em Busca do Tempo Perdido, Marcel Proust, 1913
  66. À Beira do Abismo, Raymond Chandler, 1939
  67. Enquanto Agonizo, William Faulkner, 1930
  68. O Sol Também se Levanta, Ernest Hemingway, 1926
  69. Eu, Cláudio, Robert Graves, 1934
  70. Coração, Solitário Caçador, Carson McCullers, 1940
  71. Filhos e Amantes, D. H. Lawrence, 1913
  72. All The King's Men, Robert Penn Warren, 1946
  73. Go Tell It on The Mountain, James Baldwin, 1953
  74. A Menina e o Porquinho, E. B. White, 1952
  75. O Coração das Trevas, Joseph Conrad, 1902
  76. Noite, Elie Wiesel, 1958
  77. Corre, Coelho, John Updike, 1960
  78. A Idade da Inocência, Edith Wharton, 1920
  79. O Complexo de Portnoy, Philip Roth, 1969
  80. Uma Tragédia Americana, Theodore Dreiser, 1925
  81. O Dia dos Gafanhotos, Nathanael West, 1939
  82. Trópico de Câncer, Henry Miller, 1934
  83. O Falcão Maltês, Dashiell Hammett, 1930
  84. Mundos Paralelos, Philip Pullman, 1995
  85. Death Comes for the Archbishop, Willa Cather, 1927
  86. A Interpretação dos Sonhos, Sigmund Freud, 1900
  87. A Educação de Henry Adams, Henry Adams, 1918
  88. O Livro Vermelho, Mao Tsé Tung, 1964
  89. As Variedades da Experiência Religiosa, William James, 1902
  90. Reviver o Passado em Brideshead, Evelyn Waugh, 1945
  91. A Primavera Silenciosa, Rachel Carson, 1962
  92. A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, John M. Keynes, 1936
  93. Lord Jim, Joseph Conrad, 1900
  94. Goodbye to All That, Robert Graves, 1929
  95. A Sociedade da Abundância, John Kenneth Galbraith, 1958
  96. O Vento nos Salgueiros, Kenneth Grahame, 1908
  97. A Autobiografia de Malcolm X, Alex Haley e Malcolm X, 1965
  98. Eminent Victorians, Lytton Strachey, 1918
  99. A Cor Púrpura, Alice Walker, 1982
  100. Memórias da Segunda Guerra Mundial, Winston Churchill, 1948

http://acervo.revistabula.com/posts/listas/100-melhores-livros-de-todos-os-tempos-lista-das-listas

18 de jul. de 2014

Os 100 livros do século XX

A listagem Os 100 livros do século do Le Monde é uma lista de livros considerados como os cem melhores do século XX, compilada na primavera de 1999 através de uma sondagem da empresa francesa de distribuição de bens culturais Fnac e do jornal parisiense Le Monde.

Os 100 livros do século
n.º Título Autor Ano
1 O estrangeiro Albert Camus Nobel prize medal mod.png 1942
2 Em Busca do Tempo Perdido Marcel Proust 1913–1927
3 O Processo Franz Kafka 1925
4 (Portugal) O Principezinho
(Brasil) O Pequeno Príncipe Antoine de Saint-Exupéry 1943
5 A condição humana André Malraux 1933
6 Viagem ao fundo da noite Louis-Ferdinand Céline 1932
7 As Vinhas da Ira John Steinbeck Nobel prize medal mod.png 1939
8 Por Quem os Sinos Dobram Ernest Hemingway Nobel prize medal mod.png 1940
9 O Bosque das Ilusões Perdidas Alain-Fournier 1913
10 A Espuma dos Dias (filme) Boris Vian 1947
11 O Segundo Sexo Simone de Beauvoir 1949
12 Esperando Godot Samuel Beckett Nobel prize medal mod.png 1952
13 O Ser e o Nada Jean-Paul Sartre [Nobel prize medal mod.png] 1943 14 O Nome da Rosa Umberto Eco 1980
15 Arquipélago Gulag Alexander Soljenítsin Nobel prize medal mod.png 1973
16 Paroles (em francês) Jacques Prévert 1946
17 Álcoois Guillaume Apollinaire 1913
18 O Lótus Azul Hergé 1936
19 Diário de Anne Frank Anne Frank 1947
20 Tristes Trópicos Claude Lévi-Strauss 1955
21 Admirável Mundo Novo Aldous Huxley 1932
22 Mil Novecentos e Oitenta e Quatro George Orwell 1949
23 Asterix o Gaulês René Goscinny e Albert Uderzo 1959
24 A Cantora lirica careca Eugène Ionesco 1952
25 Drei Abhandlungen zur Sexualtheorie (em alemão) Sigmund Freud 1905
26 A Obra ao Negro A Obra em Negro Marguerite Yourcenar 1968
27 Lolita Vladimir Nabokov 1955
28 Ulisses James Joyce 1922
29 O Deserto dos Tártaros Dino Buzzati 1940
30 Os Moedeiros Falsos André Gide Nobel prize medal mod.png 1925
31 Le Hussard sur le toit (em francês) Jean Giono 1951
32 Belle du Seigneur (em francês) Albert Cohen 1968
33Cem Anos de Solidão Gabriel García Márquez Nobel prize medal mod.png 1967
34 O Som e a Fúria William Faulkner Nobel prize medal mod.png 1929
35 Thérèse Desqueyroux (em francês) François Mauriac Nobel prize medal mod.png 1927
36 Zazie no metrô Raymond Queneau 1959
37 Confusão de Sentimentos Stefan Zweig 1927
38 (Portugal) E Tudo o Vento levou (Brasil) …E o Vento Levou Margaret Mitchell 1936
39 O Amante de Lady Chatterley D. H. Lawrence 1928
40 A Montanha Mágica Thomas Mann Nobel prize medal mod.png 1924
41 Bom dia, Tristeza Françoise Sagan 1954
42 Le Silence de la mer (em francês) Vercors 1942
43 A vida: modo de usar Georges Perec 1978
44 O Cão dos Baskervilles Arthur Conan Doyle 1901–1902
45 Sob o Sol de Satã Georges Bernanos 1926
46 O Grande Gatsby F. Scott Fitzgerald 1925
47 A Brincadeira Milan Kundera 1967
48 O Desprezo (filme) Alberto Moravia 1954
49 O Assassinato de Roger Ackroyd Agatha Christie 1926
50 Nadja André Breton 1928
51 Aurélien (em francês) Louis Aragon 1944
52 Le Soulier de satin (em francês) Paul Claudel 1929
53 Seis Personagens à Procura de um Autor Luigi Pirandello Nobel prize medal mod.png 1921
54 A Resistível Ascensão de Arturo Ui Bertolt Brecht 1959
55 Vendredi ou les Limbes du Pacifique (em francês) Michel Tournier 1967
56 A Guerra dos Mundos H. G. Wells 1898
57 Portugal Se Isto É um Homem (Brasil) É isso um Homem? Primo Levi 1947
58 O Senhor dos Anéis J. R. R. Tolkien 1954–1955
59 Les Vrilles de la vigne (em francês) Colette 1908
60 Capital da dor Paul Éluard 1926
61 Martin Eden Jack London 1909
62 A Balada do Mar Salgado Hugo Pratt 1967
63 O Grau Zero da Escrita Roland Barthes 1953
64 A honra perdida de Katrarina Blum Heinrich Böll Nobel prize medal mod.png 1974
65 A Costa das Sirtes Julien Gracq 1951
66 As palavras e as coisas Michel Foucault 1966
67 Pé na estrada Jack Kerouac 1957
68A Maravilhosa Viagem de Nils Holgersson através da Suécia Selma Lagerlöf Nobel prize medal mod.png 1906–1907
69 A Room of One's Own (em inglês) Virginia Woolf 1929
70 Crônicas Marcianas Ray Bradbury 1950 71 O deslumbramento de Lol V. Stein Marguerite Duras 1964
72 O Processo de Adão Pollo J. M. G. Le Clézio Nobel prize medal mod.png 1963
73 Tropismes (em francês) Nathalie Sarraute 1939
74 Jornal Jules Renard 1925
75 Lord Jim Joseph Conrad 1900
76 Escritos Jacques Lacan 1966
77 O Teatro e seu Duplo Antonin Artaud 1938
78 Manhattan Transfer (em inglês) John Dos Passos 1925
79 Ficções Jorge Luis Borges 1944
80 Moravagine (em francês) Blaise Cendrars 1926
81 O General do Exército Morto Ismail Kadare 1963
82 A Escolha de Sofia William Styron 1979
83 Romancero Gitano Federico García Lorca 1928
84 Pietr-le-Letton (em francês) Georges Simenon 1931
85 Nossa Senhora das Flores Jean Genet 1944
86 O Homem sem Qualidades Robert Musil 1930–1932
87 Fureur et mystère (em francês) René Char 1948
88 (Portugal) À Espera no Centeio
(Portugal) Uma Agulha num Palheiro
(Brasil) O Apanhador no Campo de Centeio J. D. Salinger 1951
89 No Orchids For Miss Blandish (em inglês) James Hadley Chase 1939
90 Blake & Mortimer Edgar P. Jacobs 1950
91 Os Cadernos de Malte Laurids Brigge Rainer Maria Rilke 1910
92 La Modification (em francês) Michel Butor 1957
93 As origens do totalitarismo Hannah Arendt 1951
94 (Portugal) Margarida e o Mestre
(Brasil) O Mestre e Margarida Mikhail Bulgakov 1967
95 (Portugal) Rosa-Crucificação
(Brasil) Crucificação Encarnada Henry Miller 1949–1960
96 (Portugal) À Beira do Abismo
(Brasil) O sono eterno Raymond Chandler 1939
97 Amers (em francês) Saint-John Perse Nobel prize medal mod.png 1957
98 Gastão André Franquin 1957
99 Debaixo do Vulcão Malcolm Lowry 1947
100 Os Filhos da Meia-Noite Salman Rushdie 1981

FONTE:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Os_100_livros_do_s%C3%A9culo_do_Le_Monde

9 de jul. de 2014

Adélia Prado no Roda Viva

Roda Viva
Transmitido ao vivo em 24/03/2014

1 de jul. de 2014

Musicas ama
Publicado em 06/11/2013

24 de jun. de 2014

Escritores falam de concursos literários e a dificuldade em publicar o primeiro livro

Diversidade de temas é a marca dos trabalhos dos mineiros


Ganhar um prêmio literário, principalmente quando o autor está tentando começar a carreira, não significa passaporte para a glória nem acesso imediato às grandes editoras, mas pode fazer uma diferença e tanto. Além de aumentar a autoestima do contemplado, dá a ele certa visibilidade e chance real de ver algumas portas se abrirem. Em Minas, há seis anos, essa oportunidade vem sendo oferecida aos candidatos a escritor por meio do Prêmio Governo de Minas Gerais de Literatura, na categoria Jovem escritor mineiro. Os candidatos apresentam o projeto e concorrem a uma bolsa de R$ 42 mil para poder, com tranquilidade, num período de seis meses, escrever o livro. Para concorrer ao prêmio, o postulante deve ter entre 18 e 25 anos, ser nascido no estado ou residir em Minas há cinco anos.

Um dos que souberam aproveitar a chance e há algum tempo vem colhendo os frutos do trabalho foi o escritor e psicanalista Carlos de Brito e Mello, vencedor da primeira edição do prêmio, em 2008, com o projeto do romance 'A passagem tensa dos corpos'. Mineiro de Belo Horizonte, ele teve o livro lançado no ano seguinte pela Editora Companhia das Letras, com ótima recepção de público e crítica, além de ser finalista dos prêmios São Paulo de Literatura, Portugal Telecom e Jabuti. Não teve dificuldades para lançar o romance seguinte, 'A cidade, o inquisidor e os ordinários', que saiu pela mesma editora no ano passado. Brito e Mello estreou na literatura em 2007 com o volume de contos 'O cadáver ri dos seus despojos', publicado pela Editora Scriptum.

Quem também está em fase de finalização do primeiro romance, mas ainda não tem editora, é o mineiro de Pouso Alegre Gustavo Fechus Monteiro, vencedor da mais recente edição do Jovem escritor, no ano passado, com o projeto O narrador, nome mudado para 'Óleo sobre tela – Edição comemorativa'. Graduado em letras pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), o escritor de 24 anos diz que o melhor prêmio é a aposta feita em um texto futuro. “Além de ser uma possibilidade, como é o meu caso, de poder sair do anonimato e talvez conseguir lançar o livro”, diz.

Ainda de acordo com Fechus, que estreou em 2010 com o livro 'Primeira pessoa', escrito em parceria com sua mãe, a escritora Gislaine Buosi, sua preocupação imediata é terminar de escrever Óleo sobre tela, ao qual vem dedicando boa parte do seu tempo. “O processo de publicação é um outro capítulo, talvez tão difícil quanto escrever, ainda mais para quem não tem experiência em lidar com o mercado editorial, como é o meu caso”, diz. Leitor assumido de autores como os argentinos Jorge Luis Borges e Macedônio Fernandez, Gustavo Fechus adianta, sobre o livro, que se trata de história comprometida com a narrativa de ficção e com a reflexão conceitual sobre os elementos que constituem o gênero.

Artista eclético e vivendo há sete anos em Mariana, o escritor, em paralelo à literatura, investe com sucesso na carreira musical, como violinista. No ano passado, foi vencedor do Prêmio Jovem músico BDMG, de música erudita, e este ano ficou com o Prêmio Jovem instrumentista BDMG de MPB. E já promete, para dezembro, fazer uma apresentação em Belo Horizonte. Quem sabe não lança o livro junto?


Um sonho

Quem também começa a ver realizado o sonho de publicar seu primeiro romance, 'O sonho de Morfeu', projeto com o qual venceu o Jovem escritor em 2011, é André Zambaldi. Nascido em Belo Horizonte, seu livro será publicado pela Editora Asadepapel, com lançamento previsto para o início do segundo semestre, com projeto gráfico de Marcelo Xavier. Formado em história pela Ufop, onde ficou amigo de Gustavo Fechus, Zambaldi conta que ganhar o prêmio significou uma mudança de perspectiva, um alento para algo que até então não passava de um sonho. “Só consegui a bolsa na terceira tentativa, já no limite da idade para concorrer, e tratei de aproveitar”, conta.

Especialista em história medieval, leitor de García Márquez, Umberto Eco, Dostoiévski e Saramago, André Zambaldi diz que começou a se interessar pela literatura jogando RPG com os colegas de faculdade. “Essa modalidade de jogo foi fundamental para que eu pudesse tentar desenvolver uma mentalidade criativa e crítica, além de me fazer interessar mais pela leitura”, revela o escritor.

Sobre 'O sonho de Morfeu', ele diz tratar-se de história que começou a ganhar corpo nos “conturbados tempos vividos em Mariana”. “O protagonista, estudante de um curso de humanas na cidade, sofre com os tormentos do excesso de conhecimento, materializados a ponto de se tornarem reais. Tentei, como Virgílio fez com Dante, levar o leitor a algumas regiões do inferno, vistas de maneira lúcida pelo personagem, que luta pelo controle da própria alma”, adianta André.


No caminho

Outro autor que está com o primeiro romance pronto, 'O frágil toque dos mutilados', com o qual faturou o prêmio em 2012, é Alex Sens Fuziy. O livro deve sair no ano que vem pela Editora Autêntica, com prefácio de Márcia Tiburi. Nascido em Florianópolis,Santa Catarina, em 1988, e há alguns anos vivendo num sítio em Delfim Moreira, no Sul de Minas, o rapaz conta que vencer o Jovem escritor deu a ele a certeza de que estava no caminho certo. “O prêmio me deu uma visibilidade interessante e necessária, consegui matérias em jornais e TVs, além do respeito de algumas pessoas envolvidas com o meio literário. Também me ajudou a conseguir a editora”, revela Alex.

Dizendo-se “escritor desde sempre”, pois começou a esboçar suas primeiras histórias aos 13 anos – na época adorava ler livros de mistério, suspense e terror – Sens Fuziy, antes de começar a escrever 'O frágil toque dos mutilados', lançou dois livros de contos, segundo ele de humor negro e realismo mágico: 'Esdrúxulas e Trincada'. Teve também poemas publicados em coletâneas e revistas literárias virtuais.

Sobre o primeiro romance, que reescreveu várias vezes, o autor diz tratar-se de drama familiar, que envolve um conturbado reencontro entre irmãos que não se veem há três anos. “Um deles tem um transtorno de personalidade e o outro é um alcoólatra em recuperação. Somei a isso uma trágica morte por afogamento em torno da qual gira boa parte das crises vividas pela maioria dos personagens. Não é um romance fácil, tem um ritmo de diário, porque a história é narrada durante 28 dias numa casa em frente ao mar, e carrega muitas das falhas e das dores humanas”, conta o autor.

Na companhia de Carlos de Brito e Mello, Marcelo Fechus, André Zambaldi e Alex Sens Fuziy estão ainda Maria Zilda Santos Freitas, que foi contemplada em 2009 com o projeto de romance 'Insetos', e Rafael Abras, que levou o Prêmio Jovem escritor em 2010. Nascido em Divinópolis, 26 anos, formado em filosofia pela PUC Minas, e atualmente terminando a faculdade de direito na UFMG, Abras conta que seu romance, 'O último escritor', está pronto desde 2011, mas ainda não conseguiu editora para publicá-lo. “Cheguei a enviar o livro para várias, mas não tive resposta de nenhuma. Acho que nem leram”, suspeita.

De bom astral, logo interagindo com os colegas presentes ao encontro na Livraria Scriptum, em BH, Rafael Abras diz ainda que tem muita vontade de lançar o livro. Mas não queria fazê-lo só por vaidade e aguarda que algum editor se interesse em publicá-lo. Sobre a premiação, disse que ficou muito feliz, pois não esperava sair vencedor. “Para mim, que uma vez ganhei zero numa prova no colégio por ter respondido a uma questão em versos, foi uma vitória e tanto”, conclui.


http://divirta-se.uai.com.br/app/noticia/arte-e-livros/2014/06/18/noticia_arte_e_livros,156393/escritores-falam-de-concursos-literarios-e-a-dificuldade-em-pubicar-o.shtml

18 de jun. de 2014

É APENAS UM CÃO...


Há não muito tempo,alguém me perguntou:
Você deixa de viajar por não ter com quem deixar sua cachorrinha?

Sorri, porque esse alguém apenas não entende o que é: - apenas um cão -

De vez em quando escuto alguém dizer: "Para com isso! É apenas um cão!"
Ou então: " Mas é muito dinheiro para se gastar com ele...é apenas um cão!"

Estas pessoas não sabem do caminho percorrido, do tempo gasto ou dos custos que significam "apenas um cão".

Muitos de meus melhores momentos me foram trazidos por "apenas um cão". Por muitas vezes em minha vida, a minha unica companhia era "apenas um cão"
Muitas de minhas tristezas foram amenizadas por "apenas um cão". E nos dias mais sombrios, o toque de "apenas um cão" me deu forças para seguir em frente.

E se voce é daqueles que pensam que ele é "apenas um cão", você também deve entender as expressões "apenas um amigo", "apenas um sol" "apenas uma promessa" etc...

"Apenas um cão" deu a minha vida a verdadeira essência da amizade, da confiança e da felicidade.

"Apenas um cão" faz aflorar compaixão e a paciência, que fazem de mim, uma pessoa melhor.

Porque para mim e para pessoas como eu, não se trata de "apenas um cão", mas da incorporação de todos os sonhos e da esperança do futuro. Das lembranças afetuosas do passado; da pura felicidade do momento presente.

"Apenas um cão" faz brotar o que há de bom em mim e dissolve meus pensamentos e as preocupações do meu dia.

Eu espero que algum dia , as pessoas entendam que não é "apenas um cão" , mas aquilo que me torna mais humano e permite que eu não seja "apenas um homem".

Então, da próxima vez em que você escutar a frase:
"é apenas um cão", apenas sorria para essas pessoas porque elas apenas não entendem.


PARA AJUDAR OS ANIMAIS NAO DEIXE PRA DEPOIS!

Autora: Momô Bittner

6 de jun. de 2014

MEU SORRISO


Meu sorriso é oculto.
Sorriso de Mona Lisa
Enigmático
Misterioso
Exposto apenas
Na alma.


Meu sorriso é inesperado
Pequenino.
Sorriso de criança
De mulher.


Meu sorriso
Espelha o que trago no coração.
Meu sorriso
É chuva
É vento
É céu azul.


Meu sorriso
É tranquilo
Solitário
Tímido
Sincero.


Meu sorriso
Sobrevive
A dor
Ao tempo.
Esconde-se na alma
Entre a lua e as estrelas.


É esperança
É lágrima
É paz.