30 de abr. de 2010

SOU MULHER

Sou Audaciosa
Sou Bela
Afetuosa
Caprichosa
Charmosa
Corajosa
Delicada flor

Sou Exuberante
Espirituosa
Encantadora
Emotiva

Sou Independente
Livre como o vento
Flor jovial
Misteriosa
Nobre

Sou Forte
Sou Graciosa
Sou Feminina
Intuitiva
Impetuosa
Imponente
Inteligente
Idealista
Intensa

Sou Meiga
Sou Persistente
Obstinada
Perspicaz
Pacífica
Poderosa
Fada Protetora
A guardiã

Sou Romântica
Revolucionária
Flor Rara
Preciosa
Sensível e Sedutora

Sou Singela
Sensata
Sonhadora
Tranquila
Sou Tímida
Sou Vaidosa
Versátil
Vivaz

Sou cheia de virtudes
Primorosa flor
Única
Soberana

Sou Mulher

18 de abr. de 2010

Vagando na noite perdida



O escritor Jorge Eduardo Magalhães lança seu novo livro Vagando na noite perdida.O romance se passa na Lapa.

O livro está à venda site:
http://www.editoramultifoco.com.br/catalogo2.asp?lv=257







http://www.jemagalhaes.blogspot.com/

10 de abr. de 2010

Clube da Esquina 2


Composição: Lô Borges/Márcio Borges e Milton Nascimento

Por que se chamava moço
Também se chamava estrada
Viagem de ventania
Nem lembra se olhou prá trás
A primeiro passo asso asso ...
Por que se chamavam homens
Também se chamavam sonhos
E sonhos não envelhecem
Em meio a tantos gases lacrimogênios

Ficam calmos calmos calmos...
E lá se vai
Mais um dia
ah ah...
E basta contar compasso
E basta contar consigo
Que a chama não tem pavio
De tudo se faz canção
E o coração na curva de um rio rio rio rio...
De tudo se faz canção
E o coração na curva de um rio ...
E lá se vai...
mas um diaaa
E o rio de asfalto e gente
Entorna pelas ladeiras
Entope o meio fio
Esquina mais de um milhão
Quero ver então a gente gente gente...

http://letras.terra.com.br/lo-borges/47023/


Djonasz

6 de abr. de 2010

SOU...









Sou filha do Vento
Filha da Lua
Sou Fada Branca
A ninfa das montanhas
Profunda como o oceano
Suave como a rosa
Flor Majestosa
Tenho a chave do mundo nas mãos
do meu destino

Sou Fênix
Renascida das cinzas
Morro e renasço a cada dia
Sou forte
Sou aventureira
Revolucionária
Senhora e soberana

Sou gata selvagem
Fera Indomada
de garras afiadas
de alma livre

Sou Joana D’Arc
Sou Eir
Sou Atena
Sou a gaivota que voa no horizonte
Tenho sede de conhecimento
Terapeuta de alma
Sou Camaleoa


A Amazona
A Bailarina
A Escritora
A Amiga
A Mulher
Sou todas,
Sou nenhuma

Sou partes
de uma mesma mulher.

1 de abr. de 2010

MISTÉRIO DE MULHER

Cheia de charme
Um jeitinho
Doce
Singelo
Risonho
Inebriante
Flor dos oceanos
De rara beleza
Pérola Negra
Suave melodia
Musa do Arco-íris
Ninfa da Natureza
Flor Tropical
Mistério de mulher

26 de mar. de 2010

MULHERES



“MULHERES” é o resultado de um trabalho que venho realizando desde 2008.
Uma série de acontecimentos possibilitou sua realização. “MULHERES” é o término, é porque não dizer, o início de um ciclo.
Completamente envolvida com o Universo feminino e indigna com o tipo de comunidade que encontrei no orkut, denegrindo a imagem da mulher, criei em 8 de março de 2008, uma comunidade feminina com a finalidade de valorizar e informar à mulher.
Para homenageá-la, ainda escrevi dois poemas: “Alma de Mulher” e “Mulher”.
No entanto me sentia limitada com os recursos disponíveis no site. Fundei, então, em outubro de 2008, o blog “Alma de mulher”. Título, aliás, de uma poesia minha.
Ao mesmo tempo, fui acometida por uma avalanche de poemas relacionado à mulher.
Resolvi transformar em livro. Os 40 poemas iniciais tornaram-se 50 divididos em 160 páginas.
Sinceramente espero que os futuros leitores de “MULHERES” consigam decifrar pelo menos uma gota do oceano que é alma de uma mulher.

MULHERES
ESTÁ À VENDA PELOS SITES:
CLUBE DE AUTORES (capa azul)
AGBOOK (capa vermelha)

20 de mar. de 2010

SONETO DA FIDELIDADE

ESTE É UNS DOS MAIS BELOS POEMAS JÁ ESCRITO.
SELECIONEI ESTE POEMA EM PARTICULAR EM COMEMORAÇÃO
AO DIA MUNDIAL DA POESIA.


alexanderback
14 de out. de 2008








Soneto de Fidelidade

Vinicius de Moraes


De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.


Vinicius de Moraes, "Antologia Poética", Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1960, pág. 96.

15 de mar. de 2010

O PODER DO POETA

Texto de Claudia Banegas


Escrever é uma arte.
Estar aberta à inspiração é estar sensível para captar as idéias, em um determinado momento, o qual não se espera.
Ele simplesmente surge, do nada.
Se nos esforçarmos para escrever, nada vem, porque não é assim. As palavras não podem ser espremidas, coladas à força, em uma tentativa vã de criar algo produtivo.
As palavras são tão sensíveis quanto o coração de um poeta.
Elas vão e vêm, em um bailar delicado e suave, como borboletas, esperando serem admiradas.
E quando a sensibilidade do autor se encontra com a delicadeza das letras, tudo se transforma.
O milagre acontece.
As palavras tomam vida.
O que era preto e branco, fica colorido.
O que era nublado, recebe raios de sol.
O que era inverno, se torna verão.
O poeta deu à luz.
E que poder é esse, o de criar?
Nós, poetas, geramos textos, contos, crônicas, histórias que só existiam antes, apenas e tão somente, na nossa imaginação, mas que tomaram forma e agora, existem na imaginação de multidões.
É o poder de multiplicar.
Multiplicar sonhos, visões, idéias.
É o poder de dividir.
Dividir os sentimentos e o calor das emoções, através de letrinhas que unidas formam sentenças, que penetram na mente e no coração do leitor.
É o poder de subtrair.
Tirar a tristeza, a falta de esperança, a agonia, a angústia.
É o poder de somar.
Adicionar um novo alento, uma nova canção, um novo objetivo.
O poeta tem poderes nas mãos.
Nossos dedos correm soltos, ávidos para chegar ao fim da criação.
E quando chegamos ao fim, mal vemos a hora de começar tudo outra vez.


http://www.autores.com.br/20070930224/Cronicas/Cronicas/o-poder-do-poeta.html